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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

bolinhos de milho #SemGlúten


Depois de uma temporada em que ficamos viciados em cafés da manhã com flocos de milho, mel e iogurte, tive de dar cabo em alguns sacos que sobraram no armário e estavam para vencer. Transformei todos em uma farinha não muito fina, e congelei-a em potes de vidro. Fica ótima como substituta da farinha de rosca, em empanados, ou para dar ponto em bolinhos. Ou para ambos...

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

bolinhos de abóbora, batata doce e queijo de coalho #SemGlúten


Resolvi testar uma receita de bolo salgado feita pela Neide Rigo, com feijões, abóbora, mandioca e queijo meia cura; tudo muito fácil, só bater no liquidificador, misturar os demais ingredientes e levar ao forno. A mandioca batida deixa a massa com uma textura incrível (inclusive em sopas e molhos!), razão pela qual não há necessidade de se acrescentar farinha de trigo.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

hambúrguer de peixe com maionese de limão #NaChapadeFerro


Aproveite o calor da chapa de ferro, onde fiz os hambúrgueres de peixe, para aquecer o pão e chapear uma cebola fatiada. Para finalizar, passei tapenade verde em uma parte do pão e maionese com limão na outra, e acrescentei tomate em fatias e rúcula. Para acompanhar, fizemos uma caipirinha de limão.

sábado, 20 de julho de 2013

croquetes de cenoura, mandioquinha e damasco #QuintaSemLei


O engraçado é que no caso da Patricia os damascos eram o ingrediente omitido do Sr. Enjoadinho; no meu, foram as mandioquinhas, que o Ebraim não topa de forma alguma. E mesmo com uma rosti enorme na mesa ele devorou metade da travessa dos croquetes, então não teve muitos argumentos ao me ouvir listar os ingredientes a minha mãe, enquanto tirávamos a mesa...

segunda-feira, 3 de junho de 2013

salada morna de espinafre e batata doce #NaChapaDeFerro


Coloco a chapa de ferro para aquecer e abro a geladeira... Tenho batata doce roxa cozida, espinafre e tomate. Abro o congelador, pego dois hambúrgueres de peixe e um pedaço de pão de azeite.

A chapa já está quente. Derramo sobre ela um fiozinho de azeite, coloco os hambúrgueres, ligo o exaustor, abaixo o fogo para médio, e cubro a chapa com uma tigela alta de inox, para que os hambúrgueres descongelem e aqueçam, e não apenas tostem por fora. Descasco as batatas doce, corto-as ao meio e coloco-as na chapa ao lado dos hambúrgueres, com um fio de azeite.



Enquanto isso, separo as folhas de espinafre e coloco-as de molho, guardo os talos enrolados em um papel toalha, dentro de um saco com fecho tipo zip, e coloco-o na geladeira; aproveito para pegar um pote de tapenade verde, mostarda e os derradeiros picles.

Preparei o molho no próprio vidro da tapenade verde, que já estava no fim; apenas acrescentei mostarda, azeite, pimenta do reino e água até dar o ponto. Escorri as folhas, sequei-as com um pano e deixei-as em uma tigela funda. 

As batatas já estavam quentes e douradas; cortei-as em pedaços menores, ainda sobre a chapa, com a ajuda de uma espátula, e coloquei tudo sobre as folhas de espinafre. Derramei o molho por cima, mexi e deixei a tigela sobre o fogão (com o fogo desligado), apenas para que mantivesse um pouco o calor até ir para a mesa.

Virei os hambúrgueres de lado, cortei os pedaços de pão e coloquei-os para aquecerem. Arrumei a mesa, abri um vinho, cortei dois tomates, drenei os últimos picles em conserva e montei os pratos. Cada um cedeu uma parte de seu hambúrguer ao velho cão, que estava desesperado com o aroma que tomava a casa...

 

terça-feira, 28 de maio de 2013

bolinho de peixe, feijão e salada #Congelados


Tirei do congelador um pacote de bolinhos de peixe (feitos com alho poró e um toque de gengibre), e fritei-os com um fio de azeite, na chapa de ferro quente. Enquanto isso, coloquei algumas folhas verdes de molho, ralei uma cenoura, cortei um tomate, separei limão, sal, azeite e um pote de tapenade verde. 

Coloquei a mesa, abri o vinho, virei os bolinhos de lado, montei a salada e  aqueci, em uma frigideira pequena, seis colheres de sopa de feijão com um tomate cortado em cubos, finalizando-os com sal, ervas frescas e azeite. Levei tudo para a mesa, sem me esquecer do molho de pimenta.



sábado, 25 de maio de 2013

bolinho de peixe, para se ter sempre à mão! #Congelados


Depois que preparei meu primeiro bolinho de bacalhau e vi o quanto foi fácil e como ficou absurdamente gostoso, percebi que estava perdendo uma grande oportunidade de comer peixe mais vezes, e não apenas no dia em que volto da feira. Comecei a preparar bolinhos de peixe com o peixe do dia, os temperos da geladeira, e a cada experiência temos tido uma grata surpresa; parece que não tem como errar com esse treco!

Peso a quantidade de peixe e coloco para cozinhar a mesma medida de batata. Esses são os ingredientes básicos, mais ovo para dar a liga; o resto é tempero, que dependendo do dia pode ser cebola ou alho poró, mais uma erva fresca, como coentro, salsinha, cebolinha ou tomilho, finalizado com pimenta, sal e azeite.

Na receita de bolinho de bacalhau não preciso pensar em passar o peixe no processador ou picá-lo, porque ele passa por um leve cozimento antes de ser desfiado e acrescentado à massa. Quando trabalho com um peixe cru, que tem uma textura muito mais firme do que o que passou por alguma cocção, tenho duas possibilidades. A primeira é passar a batata cozida e o peixe cru no processador; os bolinhos ficam uniformes, perfeitos para serem fritos ou assados. A outra possibilidade é fazê-los à mão; quando não tenho coragem de sujar o processador e tenho em mãos um peixe de carne macia, apenas corto-o em pedacinhos menores e misturo tudo. A textura do bolinho feito a mão fica um pouco mais delicada, porque a massa não fica tão uniforme, mas o sabor continua incrível, e ele pode ser moldado, assado, frito ou feito na chapa. O da foto, por exemplo, foi feito em um dia de preguiça máxima, e ficou perfeito! Existem as duas possibilidades; uso cada uma no momento que julgo cabível.

Existe, ainda, uma terceira possibilidade; preparar o bolinho da mesma forma do de bacalhau, deixando que o peixe cozinhe um pouco, em água fervente, antes de amassá-lo e misturá-lo à batata cozida. O bom desse procedimento é que a água fica com sabor de peixe; acrescente a ela legumes e ervas frescas, e logo terá um caldo de peixe! O lado ruim é que esses peixinhos "do dia", vendidos na feira em bandejinhas, não tem tanto sabor como o bacalhau, então perde um pouco mais depois de passar pela água. Mas também não é um método a ser descartado, porque você ganha um caldo de peixe; é uma terceira possibilidade!

Podem ser moldados em diversos formatos e tamanhos; normalmente faço bolinhos como os da foto ou hambúrgueres de tamanho padrão, preenchendo um aro para que fiquem do tamanho ideal. Para congelá-los, unto com azeite uma assadeira lisa, disponho os bolinhos sobre ela e levo-os ao congelador, até que endureçam. Corto vários pedaços de papel alumínio e divido os bolinhos em porções de dez ou doze unidades, ou de dois hambúrgueres. Embalo-os no papel alumínio, etiqueto-os e guardo-os dentro de um saco plástico com fecho tipo zip, para que não entre humidade. Duram até dois meses.

Para prepará-los, aqueço a chapa de ferro e tomo cuidado para que não queimem; também podem ser feitos no forno, mas não abro mão da minha chapa porque o sabor fica outro! Vai muito bem com salada de folhas, tomate, picles, molho de pimenta, limão, tapenade verde e uma boa cerveja.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

arroz empapado + bandidagem = bolinho de arroz com lentilhas


Estou com uma panela cheia de arroz com lentilhas, que planejava levar para jantar na casa de alguns amigos, mas uma sucessão de erros fez com que acabasse com um arroz empapado. Muito gosto, mas nada apresentável...

Resisto àquela vontade de gritar e jogar tudo fora; inspiro, expiro e enxergo a solução mais óbvia: transformar aquela massa em bolinhos!

Passei todo o arroz para uma tigela grande, acrescentei dois ovos ligeiramente batidos, mexi bem e fui acrescentando a farinha de arroz até que ficassem com uma textura boa para moldá-los. Provei e resolvi acrescenta uma pitada de sal e moer um pouco do meu tempero bandido. Moldei alguns como bolinhos em um formato alongados e assei-os em uma assadeira levemente untada de azeite, em forno médio, virando-os depois de dourarem de um lado. Também preenchi algumas forminhas individuais com um pouco de masa e congelei-as, embrulhadas em alumínio e guardadas e um plástico com fecho tipo zip, para os dias mais corridos.

Servi os bolinhos com salada de grão de bico, tomate, cebola, rabanete e folhas de coentro, um molhinho feito com tahine (pasta de gergelim, limão, azeite, alho, sal e água para dar o ponto), mais homus, pão libanês e folhas de rúcula.

No dia seguinte aqueci os que sobraram para o almoço, e no lugar do molho com tahine, comemos com shoyu, que temperava uma salada quente, e não foi nada mal...

sábado, 18 de maio de 2013

kebab de bolinho de peixe



Almoço de sábado. Não quero nada muito elaborado, nada que suje muita louça suja.

Abro a geladeira, e sem pensar muito tiro dois tomates, um maço de rúcula, beterraba e couve flor assadas, homus e um potinho com molho à base de tahine, com limão, azeite, água alho e sal.

Ligo o fogo no máximo para aquecer a chapa de ferro, tiro do freezer um pacote com pães libaneses e outro com bolinhos de peixe, e coloco a rúcula de molho com um pouco de cândida. 

A chapa já está quente; espalho um fiozinho de azeite e coloco os bolinhos sobre ela. Ligo a coifa, abaixo o fogo para médio e pego uma chapa dissipadora de caor para quebrar um pouco a temperatura do homus; não quero que ele aqueça, mas também não quero comê-lo tão gelado. 

Coloco os pratos na mesa e aproveito para cortar os tomates e a beterraba ali mesmo, em fatias. Pego uma frigideira pequena para aquecer a couve-flor, e aproveito para moer um pouco mais de tempero sobre ela. Pego uma espátula e verifico os bolinhos, que já podem ser virados.

O homus já está bom, então levo-o para a mesa e aproveito o calor da chapa para aquecer os pães. A couve-flor está ótima, vai direto para o prato. Escorro a água em que a rúcula está de molho, enxaguo-a novamente e levo-a para a mesa, no escorredor de macarrão.

Os bolinhos já estão prontos; desligo o fogo e passo a chapa para o lado, para que eles não queimem nem esfriem. O pão está demorando para aquecer de forma passiva, sobre a chapa, então apelo para o meu método tradicional, direto sobre a chama, virando-o de um lado para o outro, com cuidado para que não queime. Mantenho-os embrulhados em um pano de prato, para que não esfriem.

Sacudo bem o vidro com o molho e derramo-o em uma molheira pequenina que furtei da casa da minha mãe há alguns anos; levo os bolinhos direto da chapa para o prato, com a ajuda da espátula. 

Cerveja à temperatura ambiente, porque não tem nenhuma na geladeira, e a brincadeira de montar um kebab com os bolinhos foi melhor do que esperávamos...