Mostrando postagens com marcador arroz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador arroz. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de junho de 2013

arroz com lulas e ervilha, absolutamente maravilhosos! #Congelados


Um pacote de ervilhas e uma bandeja de lulas limpas e cortadas em rodelas, ambas congeladas; arroz integral, cebola roxa, alho, salsão, tomilho, tomate pelado, pimenta calabresa seca, páprica doce e picante, azeite e sal. O limão apareceu na foto de alegre.

domingo, 2 de junho de 2013

berinjela com molho tahine e salada quente de arroz, quiabo e grão de bico #SeguindoMaisouMenosaReceita


Outro dia, na casa da minha mãe, vi um programa do Claude Troisgros em que ele tem de reproduzir tradicionais receitas familiares, o Que Marravilha - Revanche. Neste dia, com pratos dos judeus sefaradi, uma berinjela com tahine chamou a minha atenção; lembrava um babaganuj, mas a berinjela era apenas amassada, e recebia um molho por cima, feito a base de tahine, limão, água e sal, finalizada com páprica. Resolvi tentar.


Estoquei, com a ponta de uma faca, duas berinjelas e coloquei-as em uma grelha, sobre o fogo fraco, girando-as quando a parte virada para baixo ficava preta, seca e dura, até que toda ela estivesse assim, e fosse possível retirar a sua casca.

Preparei o molho de tahine, lavei um maço de rúcula e descongelei o pão. Fiz tudo a olho, mas as medidas estão aqui. 


Enquanto as berinjelas ainda estavam na grelha, refoguei em uma panela, com um pouco de azeite, cebola, alho, rabanete, quiabo, grão de bico e salsão; temperei com sal, sementes de coentro, cominho e feno grego, adicionei um pouquinho de água, tampei a panela e desliguei o fogo para que se mantivesse quente, enquanto aquecia o pão e finalizava as berinjelas.


Alguns dizem que uma boa dica é colocas as berinjelas em um saco plástico, pois isso faz com que a casca saia com mais facilidade. Como a minha estava saindo muito bem, pulei essa parte.


Coloquei a mesa, aqueci o pão e deixei-o embrulhado em um pano de prato. Amassei as berinjelas, coloquei o molho sobre elas e finalizei com páprica. Dispus a salada morna em dois potes e levei-os para a mesa, junto com rúcula, fatias de limão e um pouco mais de molho.

 
 

talos com arroz, feijão com abóbora e uma experiência de pastel de gorgonzola feito com massa fresca


Congelei esse restinho de massa com o fim libidinoso de transformá-la em algo diferente. Como estava fazendo arroz com talos, achei que seria de bom tom pronunciar as palavras pastel de queijo ao anunciar o almoço. Abri a massa com um rolo, coloquei no centro um pedaço de gorgonzola, um pouquinho da abóbora (que estava dando sopa sobre o fogão), temperei com pimenta do reino e um toque de orégano seco, para dar um arzinho mais ordinário, e fechei-a umedecendo as pontas, juntando-as e apertando-as com a ponta dos dedos. Depois, foi só colocá-los sobre a chapa aquecida à média temperatura, com um fio de azeite, e cobri-la depois de virá-la de lado, para garantir que ficasse totalmente cozida. O sabor ficou excelente, a crocância ficou ideal e o recheio não poderia ter sido melhor. O único problema foi o tamanho; a massa era muito pequena para a quantidade de recheio que coloquei, o pastel não ficou completamente fechado e o queijo vazou, formando uma tentadora telha de gorgonzola. Repetirei a dose sem a menor dúvida, cortando a massa em um tamanho maior, e tentarei congelá-los prontos. A ver...

 
 
 

Os talos de espinafre que sobraram da Quinta Sem Lei e os de couve, das trouxinhas recheadas de abóbora, foram para a panela com um fio de azeite e dois dentes de alho, cortadinhos; depois de refogados, adicionei o arroz, uma pitada de sal, um pouquinho de água, mexi, fechei a tampa, desliguei o fogo e fui aquecer a abóbora. 

 

Temperei a abóbora assada com noz moscada ralada, sementes de coentro, cominho e feno grego, sal e um pouco de molho de pimenta, e coloquei-a para aquecer. seis colheres de feijão cozido, na outra panela; depois de quente, desligo o fogo, acrescento um naco de gorgonzola, um pouquinho de água e uma pitada de sal. 

 
 

Coloquei a mesa e separei quatro potinhos. Arroz com talos em dois, abóbora no fundo e feijão por cima nos outros. Finalizei todos com tomilho fresco e um fio de azeite. Coloquei os pasteizinhos em um prato e levei tudo para a mesa, com molho de pimenta para acompanhar.

terça-feira, 21 de maio de 2013

arroz perfumado e couve-flor com grão de bico #SeguindoMaisouMenosaReceita


Está frio, estamos morrendo de fome e não estou com a menor vontade de mexer com água.

Abro a geladeira... Abobrinha, berinjela, couve-flor assada, tomate, rúcula, batata, cenoura, um pouco de grão de bico cozido e temperos frescos. Fecho a geladeira e vou pensar um pouco. Abro um livro que sempre tem uma solução para os meus problemas, e procuro por couve- flor. Leio o índice remissivo e acabo em uma receita com grão de bico e um queijo indiano chamado paneer, que tem textura firme como a do tofu, mas sabor suave como a da ricota. Um bom queijo fresco pode substitui-lo, mas meu queijo de cabra vai ter de servir. A autora indica que se sirva essa prato com biryani, um prato indiano a base de arroz, como um pilaf. Leio os ingredientes e o modo de preparo, fecho o livro e volto para a cozinha. Abro a geladeira e começo a colocar para fora tudo o que irei usar:  couve-flor, grão de bico, cenoura, cebola, alho, ervas frescas, tomate e queijo de cabra.