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segunda-feira, 26 de maio de 2014

gnocchi de abóbora #passoapasso


Essas belezinhas ficam prontas em poucos minutos, se você tiver um pote de abóbora assada na geladeira - o que SEMPRE vale a pena! 

Ficam ótimos com molho de gorgonzola, e se gostar de carne de porco, molho de tomate com linguiça e um toque de erva doce é um casamento perfeito!

domingo, 2 de junho de 2013

talos com arroz, feijão com abóbora e uma experiência de pastel de gorgonzola feito com massa fresca


Congelei esse restinho de massa com o fim libidinoso de transformá-la em algo diferente. Como estava fazendo arroz com talos, achei que seria de bom tom pronunciar as palavras pastel de queijo ao anunciar o almoço. Abri a massa com um rolo, coloquei no centro um pedaço de gorgonzola, um pouquinho da abóbora (que estava dando sopa sobre o fogão), temperei com pimenta do reino e um toque de orégano seco, para dar um arzinho mais ordinário, e fechei-a umedecendo as pontas, juntando-as e apertando-as com a ponta dos dedos. Depois, foi só colocá-los sobre a chapa aquecida à média temperatura, com um fio de azeite, e cobri-la depois de virá-la de lado, para garantir que ficasse totalmente cozida. O sabor ficou excelente, a crocância ficou ideal e o recheio não poderia ter sido melhor. O único problema foi o tamanho; a massa era muito pequena para a quantidade de recheio que coloquei, o pastel não ficou completamente fechado e o queijo vazou, formando uma tentadora telha de gorgonzola. Repetirei a dose sem a menor dúvida, cortando a massa em um tamanho maior, e tentarei congelá-los prontos. A ver...

 
 
 

Os talos de espinafre que sobraram da Quinta Sem Lei e os de couve, das trouxinhas recheadas de abóbora, foram para a panela com um fio de azeite e dois dentes de alho, cortadinhos; depois de refogados, adicionei o arroz, uma pitada de sal, um pouquinho de água, mexi, fechei a tampa, desliguei o fogo e fui aquecer a abóbora. 

 

Temperei a abóbora assada com noz moscada ralada, sementes de coentro, cominho e feno grego, sal e um pouco de molho de pimenta, e coloquei-a para aquecer. seis colheres de feijão cozido, na outra panela; depois de quente, desligo o fogo, acrescento um naco de gorgonzola, um pouquinho de água e uma pitada de sal. 

 
 

Coloquei a mesa e separei quatro potinhos. Arroz com talos em dois, abóbora no fundo e feijão por cima nos outros. Finalizei todos com tomilho fresco e um fio de azeite. Coloquei os pasteizinhos em um prato e levei tudo para a mesa, com molho de pimenta para acompanhar.

massa com abobrinha e tomates na chapa + salada de rúcula, figo e queijo de cabra


Coloco uma panela com água salgada para ferver, a chapa de ferro para aquecer e abro a geladeira... Tiro uma abobrinha, rúcula lavada, um pote de tapenade preta, dois tomates, dois figos, alho, queijo de cabra e um naco de gorgonzola. Corto a abobrinha em fatias e começo a chapeá-la; primeiro um lado, depois o outro, e depois corto tudo em cubos. Quando a água ferve, coloco o macarrão para cozinhar; 80g para cada um está de bom tamanho. Enquanto isso, coloco no fundo de uma tigela dois dentes de alho finamente cortados, uma colher de sopa de tapenade e um pouco de azeite. Coloco as abobrinhas que vão ficando prontas diretamente sobre essa mistura. Quando o macarrão está cozido, mas ainda al dente, reservo uma xícara da água do cozimento e escorro a massa, que também vai para a tigela com as abobrinhas e demais temperos; mexo tudo e já começo a sentir um aroma maravilhoso. Depois que toda a abobrinha já foi chapeada, corto os tomates ao meio, retiro-lhes o miolo e corto-os em fatias; coloco-as sobre a chapa com a pele virada para baixo e vou abrir o vinho e colocar a mesa. Arrumo as folhas de rúcula em duas tigelinhas, um pouco de sal e azeite, figos e o queijo de cabra cortados, um pouco de pimenta do reino, mais um fio de azeite e pronto, levo-as para a mesa. Volto para mexer nos tomates; viro-os e começo a cortá-los em cubos sobre a própria chapa, assim como fiz com as abobrinhas, com a ajuda da espátula. Coloco-os na tigela com os demais ingredientes e tempero tudo com pimenta do reino, sal, azeite e folhas de tomilho fresco. Um pouco da água do cozimento ajuda o tempero a se espalhar e deixa o prato mais suculento. Disponho a massa nos pratos; o naco de gorgonzola vai para o prato do Ebraim.


Como não poderia deixar de ser, depois de algumas garfadas a minha salada foi para o prato, sob o olhar horrorizado do meu querido aquariano...

terça-feira, 28 de maio de 2013

massa com sopa de bacalhau #Congelados


É muita bandidagem colocar sopa na cobertura da quiche e no molho da massa; quando tenho uma sopa muito gostosa, não hesito em adicioná-la durante a preparação de outros pratos, e nunca me dei mal com isso. 

Neste dia, tirei do congelador uma caneca de sopa de bacalhau e coloquei-a sobre uma chapa dissipadora, para que fosse descongelando enquanto preparava o resto (quem tem microondas pode pular essa parte). Em uma panela grande, fervi bastante água salgada e cozinhei 160g de massa; quando ficou al dente, reservei uma xícara dessa água do cozimento, para finalizar o molho, e escorri a massa. Na mesma panela, refoguei uma cebola em cubinhos, adicionei um tomate também em cubos, azeitonas pretas e uma pimenta fresca; deixei que o tomate se desfizesse um pouco, adicionei a caneca de sopa, mexi, tampei e deixei que o molho aquecesse e apurasse, por alguns minutos. Depois, foi só devolver o macarrão para a panela, mexer bem, adicionar um pouco da água reservada (para garantir que toda a massa ficasse coberta por molho), verificar o sal e finalizar com ervas frescas e um fiozinho de azeite. 

segunda-feira, 27 de maio de 2013

jantar atrapalhado para o dia das mães #QuintaSemLei

Pode ter começado atrapalhado, mas terminou com a coruja russa dançando kalinka...



Para aquele dia em que a coordenação motora e a cabeça não estão ajudando, nada como fazer uma massa fresca, principalmente quando faz muuuuito tempo que não se pratica essa arte. Segui a receita de sempre, que já descrevi no meu outro blog, seguindo a proporção de 100g de farinha para 1 ovo, e tudo parecia andar perfeitamente. Separei os ingredientes, misturei a massa até que estivesse com um bom corpo para ser sovada, limpei as mãos, enfarinhei a superfície, sovei até que ela ficasse com cara de bunda de bebê, como pede Marcella Hazan, e deixei que descansasse um pouco, enquanto limpava tudo e preparava o recheio. Com tudo pronto, dividi a massa, deixei parte guardada (para que não ressecasse) e trabalhei com a outra, mas ao me deparar com aquele lindo tapete sobre a pia, parecia uma barata tonta querendo montar um por vez, e não trabalhar em produção, cortando os moldes, guardando as rebarbas para que não ressecassem e colocando o recheio no centro de cada círculo, para só então trabalhar individualmente, molhando as bordas e fechando-as. Sorte que percebi que estava me enrolando muito, parei, pensei, me lembrei das figuras do livro e de quanto eu já não fiz isso na vida, inclusive brincando com cores e temperos, e recobrei a sanidade.

Depois de repetir o processo até conseguir a quantidade de tortellinni que queria, enfarinhei as aparas e guardei-as na geladeira, para acrescentá-las à uma sopa, no dia seguinte; as massas abertas e cortadas em círculos foram embaladas e congeladas, para futuros testes...
Para o jantar, preparei um caldo de legumes caprichado, com cenoura, salsão, cebola, alho e ervas frescas, e servi os tortellinni in brodo acompanhados de pão, queijos, sardella e salada de rúcula, do jeitinho que nós mais gostamos de comemorar. Vinho, bolo e até dança de coruja russa para finalizar a comemoração... 




Para variar, segui a minha receita padrão do bolo dos 7 copos, com maçã, amêndoas e um toque de farinha de centeio, nessas proporções: usando 2 1/2 copos de farinha de trigo integral, 1/2 copo de farinha de centeio, 1 copo de açúcar mascavo, 1copo de açúcar demerara, 1 copo de óleo, 1 copo de leite de coco+suco de uma laranja, 2 ovos, 2 1/2 maçãs grandes, em cubos, um punhado de amêndoas quebradas grosseiramente com um socador, raspas da laranja, canela e uma colher de sopa de fermento.  Reguei o bolo com rum. Ele ficou extremamente saboroso, pouco doce e absolutamente perigoso, até para os integrantes que não são muito de sobremesa...