Resolvi testar uma receita de bolo salgado feita pela Neide Rigo, com
feijões, abóbora, mandioca e queijo meia cura; tudo muito fácil, só bater no liquidificador, misturar os demais ingredientes e levar ao forno. A mandioca batida deixa a
massa com uma textura incrível (inclusive em sopas e molhos!), razão pela qual não há necessidade de
se acrescentar farinha de trigo.
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014
sábado, 20 de julho de 2013
focaccia com salada quente de abobrinha #NaChapaDeFerro
focaccia com salada quente de abobrinha, berinjela, pimentão, queijo de cabra, tapenade
Abro a geladeira e tiro um pote de feijões, abóbora cozida para o cão, abobrinha, berinjela, pimentão verde, rúcula lavada e um tomate.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
cozinhando feijão jalo, guardando o caldo e congelando os grãos
O feijão jalo forma um caldo escuro e bastante saboroso, mas o melhor de tudo foi descobrir que ele se hidrata muito rapidamente, então não precisa ficar de molho por uma noite toda; na verdade, acho que se tivesse feito isso ele iria se desfazer na hora de cozinhar.
terça-feira, 11 de junho de 2013
salada de repolho e acelga com molho asiático + potinho de arroz com lulas e ervilha #Restodontè
Precisava usar um repolho roxo esquecido e uma acelga monstruosa. Decidi fazer uma salada crocante regada com um molho de ares asiáticos; antes de começar, liguei o forno e coloquei os dois potinhos remanescentes de arroz com lulas e ervilha para aquecer, cobertos com um pedaço de papel alumínio, para que não ressecassem.
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domingo, 2 de junho de 2013
berinjela com molho tahine e salada quente de arroz, quiabo e grão de bico #SeguindoMaisouMenosaReceita
Outro dia, na casa da minha mãe, vi um programa do Claude Troisgros em que ele tem de reproduzir tradicionais receitas familiares, o Que Marravilha - Revanche. Neste dia, com pratos dos judeus sefaradi, uma berinjela com tahine chamou a minha atenção; lembrava um babaganuj, mas a berinjela era apenas amassada, e recebia um molho por cima, feito a base de tahine, limão, água e sal, finalizada com páprica. Resolvi tentar.
Estoquei, com a ponta de uma faca, duas berinjelas e coloquei-as em uma grelha, sobre o fogo fraco, girando-as quando a parte virada para baixo ficava preta, seca e dura, até que toda ela estivesse assim, e fosse possível retirar a sua casca.
Preparei o molho de tahine, lavei um maço de rúcula e descongelei o pão. Fiz tudo a olho, mas as medidas estão aqui.
Enquanto as berinjelas ainda estavam na grelha, refoguei em uma panela, com um pouco de azeite, cebola, alho, rabanete, quiabo, grão de bico e salsão; temperei com sal, sementes de coentro, cominho e feno grego, adicionei um pouquinho de água, tampei a panela e desliguei o fogo para que se mantivesse quente, enquanto aquecia o pão e finalizava as berinjelas.
Alguns dizem que uma boa dica é colocas as berinjelas em um saco plástico, pois isso faz com que a casca saia com mais facilidade. Como a minha estava saindo muito bem, pulei essa parte.
Coloquei a mesa, aqueci o pão e deixei-o embrulhado em um pano de prato. Amassei as berinjelas, coloquei o molho sobre elas e finalizei com páprica. Dispus a salada morna em dois potes e levei-os para a mesa, junto com rúcula, fatias de limão e um pouco mais de molho.
talos com arroz, feijão com abóbora e uma experiência de pastel de gorgonzola feito com massa fresca
Congelei esse restinho de massa com o fim libidinoso de transformá-la em algo diferente. Como estava fazendo arroz com talos, achei que seria de bom tom pronunciar as palavras pastel de queijo ao anunciar o almoço. Abri a massa com um rolo, coloquei no centro um pedaço de gorgonzola, um pouquinho da abóbora (que estava dando sopa sobre o fogão), temperei com pimenta do reino e um toque de orégano seco, para dar um arzinho mais ordinário, e fechei-a umedecendo as pontas, juntando-as e apertando-as com a ponta dos dedos. Depois, foi só colocá-los sobre a chapa aquecida à média temperatura, com um fio de azeite, e cobri-la depois de virá-la de lado, para garantir que ficasse totalmente cozida. O sabor ficou excelente, a crocância ficou ideal e o recheio não poderia ter sido melhor. O único problema foi o tamanho; a massa era muito pequena para a quantidade de recheio que coloquei, o pastel não ficou completamente fechado e o queijo vazou, formando uma tentadora telha de gorgonzola. Repetirei a dose sem a menor dúvida, cortando a massa em um tamanho maior, e tentarei congelá-los prontos. A ver...
Os talos de espinafre que sobraram da Quinta Sem Lei e os de couve, das trouxinhas recheadas de abóbora, foram para a panela com um fio de azeite e dois dentes de alho, cortadinhos; depois de refogados, adicionei o arroz, uma pitada de sal, um pouquinho de água, mexi, fechei a tampa, desliguei o fogo e fui aquecer a abóbora.
Temperei a abóbora assada com noz moscada ralada, sementes de coentro, cominho e feno grego, sal e um pouco de molho de pimenta, e coloquei-a para aquecer. seis colheres de feijão cozido, na outra panela; depois de quente, desligo o fogo, acrescento um naco de gorgonzola, um pouquinho de água e uma pitada de sal.
Coloquei a mesa e separei quatro potinhos. Arroz com talos em dois, abóbora no fundo e feijão por cima nos outros. Finalizei todos com tomilho fresco e um fio de azeite. Coloquei os pasteizinhos em um prato e levei tudo para a mesa, com molho de pimenta para acompanhar.
terça-feira, 28 de maio de 2013
bolinho de peixe, feijão e salada #Congelados
Tirei do congelador um pacote de bolinhos de peixe (feitos com alho poró e um toque de gengibre), e fritei-os com um fio de azeite, na chapa de ferro quente. Enquanto isso, coloquei algumas folhas verdes de molho, ralei uma cenoura, cortei um tomate, separei limão, sal, azeite e um pote de tapenade verde.
Coloquei a mesa, abri o vinho, virei os bolinhos de lado, montei a salada e aqueci, em uma frigideira pequena, seis colheres de sopa de feijão com um tomate cortado em cubos, finalizando-os com sal, ervas frescas e azeite. Levei tudo para a mesa, sem me esquecer do molho de pimenta.
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