Somos dois ciganos loucos que sempre chegamos carregados a casa das pessoas... Pois bem, eu tenho mania de fazer sopa, principalmente quando posso usar a desculpa do frio, porque além de ser fácil, posso usar o que tenho na geladeira, acrescentar temperos, separar um queijo e está perfeito. Pode parecer um problema ter uma panela de sopa chacoalhando no seu porta-malas, mas se ela estiver bem fechada, com fita, papel filme e um pano prendendo a tampa, nada de mal irá acontecer; digo com a propriedade de quem sempre tem uma grande ladeira no caminho!
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sábado, 20 de julho de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
massa com sopa de bacalhau #Congelados
É muita bandidagem colocar sopa na cobertura da quiche e no molho da massa; quando tenho uma sopa muito gostosa, não hesito em adicioná-la durante a preparação de outros pratos, e nunca me dei mal com isso.
Neste dia, tirei do congelador uma caneca de sopa de bacalhau e coloquei-a sobre uma chapa dissipadora, para que fosse descongelando enquanto preparava o resto (quem tem microondas pode pular essa parte). Em uma panela grande, fervi bastante água salgada e cozinhei 160g de massa; quando ficou al dente, reservei uma xícara dessa água do cozimento, para finalizar o molho, e escorri a massa. Na mesma panela, refoguei uma cebola em cubinhos, adicionei um tomate também em cubos, azeitonas pretas e uma pimenta fresca; deixei que o tomate se desfizesse um pouco, adicionei a caneca de sopa, mexi, tampei e deixei que o molho aquecesse e apurasse, por alguns minutos. Depois, foi só devolver o macarrão para a panela, mexer bem, adicionar um pouco da água reservada (para garantir que toda a massa ficasse coberta por molho), verificar o sal e finalizar com ervas frescas e um fiozinho de azeite.
domingo, 26 de maio de 2013
liquidificador sujo, pesto pela metade e bolo com óleo de coco, para a #QuintaSemLei
Hoje é Quinta Sem Lei. Chego à casa da minha mãe com um panelão de sopa pedaçuda prontinha, tenho apenas que batê-la no liquidificador, arrumar a mesa e montar a salada. Trouxe na sacola um maço de manjericão, despretensiosamente, e ao me deparar com um pote cheio de nozes, não tive a menor dúvida: bati as folhas com azeite, nozes, alho e mais azeite. Como inventei um probleminha com a lactose, decido deixar o queijo de lado; na mesa cada um poderá adicionar o quanto quiser.
Passo esse pesto* para um pote e guardo-o na geladeira. Pego o liquidificador para lavá-lo e poder bater a sopa, e então me dou conta da enorme burrice que estava fazendo; devolvi-o imediatamente sobre a pia e comecei a colocar a sopa no seu interior, repleto de resquícios do perfumado molho verde. Bato a sopa em duas etapas, adicionando um pouco mais de água quando era necessário. Provo e corrijo o sal. A sopa batida volta para a panela, para encorpar e finalizar.
* que me perdoem os mais puristas; sei como é duro ler isso, também já fui assim, e às vezes ainda o sou, mas não neste momento!
Para a salada, folhas frescas de um lindo maço de espinafre e tomatinhos; separo ervas frescas, azeite, sal e pimenta, queijos e um filão da 14 de Julho, que neste dia estava excepcional. Abro o vinho, levo tudo à mesa, que já estava posta e volto para ver a sopa, que já estava ótima!
Fiz o bolo pela receita padrão dos 7 copos, usando 3 copos de farinha de trigo integral, 2 copos de açúcar demerara, 1 copo de óleo, 1 copo de leite de coco+suco de uma laranja, 2 ovos, uma colher de sopa de óleo de coco, duas bananas amassadas, um punhado de castanhas do Pará cortadas com uma tesoura, raspas da laranja, canela e uma colher de sopa de fermento. Aproveitei para untar as forminhas com o óleo de coco, e a dose dupla valeu à pena porque o bolo ficou com um sabor de coco muito delicado, mas presente. Ah, dessa vez reguei o bolo com bourbon.
Quando cheguei em casa, dividi o pesto em três potes: um para ficar na geladeira e os outros dois para serem congelados, para futuras quiches, sopas ou o que mais a loucura mandar...
Arroz + sopa = pretenso risotto, que além de delicioso, fica pronto em minutos!
Abro a geladeira... Tenho arroz cozido e um potinho com um resto de sopa, que não serve nem como porção para um. Não seria nada mal comer algo confortável e quente como um risotto, mas com minha nova birra com a lactose, tenho de evitar manteiga e queijo em excesso, então decido juntar ambos e fazer uma adaptação do tradicional ao possível.
Simples assim, acendi o fogo e coloquei na panela seis generosas colheres de sopa de arroz perfumado (mas poderia ser qualquer outro que tivesse na geladeira), acrescentei um pote pequeno de sopa de ervilha, um tiquinho de água, mexi, adicionei um pouco de queijo de cabra, ervas frescas e sal; provei e desliguei o fogo. Servi meu pretenso risotto*, acompanhado de quiabo refogado e salada de rúcula, grão de bico, rabanete e tomate, temperada com zaatar, mix de sementes, sal e azeite.
* desculpe-me antepassados e demais puristas, mas isso é o que tem para hoje!
Para fechar o almoço, café, brownie, bolo e melão.
Quatro bons motivos para se repetir a dose no dia seguinte: o pote de arroz perfumado continuava na geladeira e nunca falta sopa congelada nesta casa; foi muito rápido de ser preparado; quase não fez sujeira e ficou confortável, quente e delicioso! Para acompanhar, uma salada quente de grão de bico e tomate, apenas aquecidos na panela até que o tomate se desfizesse um pouco e formasse um molhinho. Temperei com um restinho de maionese com curry, sal, ervas frescas e um fio de azeite, para finalizar.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Quiche de bacalhau + sopa + pão + bolo #ComidaPraViagem
quiche de bacalhau, sopa de ervilha, pão e bolo de banana com goiabada cremosa
Os preparativos para a festa começaram no dia anterior...
sexta-feira, 3 de maio de 2013
sopa da sopa: sopa maluca de ervilha e feijão para #QuintaSemLei
Hoje é quinta sem lei.
Abro a geladeira... Tenho uma sopa de ervilhas que fiz ontem e está
deliciosa, mas não é suficiente para nós quatro. Tudo bem, posso usá-la
como base para uma outra sopa e fazer um pão para acompanhá-la. Tenho
rúcula lavada e posso levar uma tapenade preta. Menu resolvido.
Sigo o meu dia, e lá para as cinco horas começo a fazer o pão; faço duas receitas, como de costume,
assim um irá para a minha mãe e o outro será dividido em três partes e congelado. Por volta das oito pego meu pão, ainda quente, embalo-o em um pano de prato e coloco-o embaixo do braço. No outro braço, a sacola com rúcula, tapenade e um punhado de ervas frescas; em uma mão a chave, na outra a coleira do cão, e sigo para a casa da minha mãe.
assim um irá para a minha mãe e o outro será dividido em três partes e congelado. Por volta das oito pego meu pão, ainda quente, embalo-o em um pano de prato e coloco-o embaixo do braço. No outro braço, a sacola com rúcula, tapenade e um punhado de ervas frescas; em uma mão a chave, na outra a coleira do cão, e sigo para a casa da minha mãe.
domingo, 21 de abril de 2013
abóbora, feijão e sopa #Restodontè
Domingo, hora do almoço.
Na geladeira tem feijões cozidos, abóbora assada e um restinho da sopa de ontem. Resisto bravamente ao chamado do pão recheado que fiz para o aniversário do meu pai; seria tão fácil esquentá-lo no forno
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