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segunda-feira, 26 de maio de 2014

pão integral de cerveja, mostarda dijon e kümmel


Estou aproveitando o frio para fazer sopa e pão semanalmente, simplesmente porque é garantia de pelo menos três jantares quentes, maravilhosos, que só tem de ser aquecidos e quase não sujam louça! 

Sempre achei que as melhores cervejas para pão são as mais complexas, como neste com cebola roxa, mas hoje usei uma pilsen bem simples, e diria que a adição da mostarda dijon fez toda a diferença, porque o resultado foi fantástico!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

bolinhos de milho #SemGlúten


Depois de uma temporada em que ficamos viciados em cafés da manhã com flocos de milho, mel e iogurte, tive de dar cabo em alguns sacos que sobraram no armário e estavam para vencer. Transformei todos em uma farinha não muito fina, e congelei-a em potes de vidro. Fica ótima como substituta da farinha de rosca, em empanados, ou para dar ponto em bolinhos. Ou para ambos...

sábado, 20 de julho de 2013

biscoitos caninos de abacate #BomPraCachorro


O mesmo processo de sempre, apenas substitui as duas bananas por um abacate pequeno.

focaccia de mandioquinha MUITO DIFERENTE, sopa e bolo com maçãs assadas #ComidaPraViagem

Somos dois ciganos loucos que sempre chegamos carregados a casa das pessoas... Pois bem, eu tenho mania de fazer sopa, principalmente quando posso usar a desculpa do frio, porque além de ser fácil, posso usar o que tenho na geladeira, acrescentar temperos, separar um queijo e está perfeito. Pode parecer um problema ter uma panela de sopa chacoalhando no seu porta-malas, mas se ela estiver bem fechada, com fita, papel filme e um pano prendendo a tampa, nada de mal irá acontecer; digo com a propriedade de quem sempre tem uma grande ladeira no caminho!

sábado, 15 de junho de 2013

bolo de pera com gotas de chocolate, regado com o melhor rum que já provei #ComidaPraViagem

Bons ingredientes, frutas da época, ovos orgânicos (ou caipira) e chocolate de qualidade (com maior teor de cacau); some a isso os seus sabores prediletos, prove a massa e deixe que o bolo fique um bom tempo no forno, à temperatura mínima. Garanto que não tem como errar; use a forma que tiver, desde que não seja com antiaderente, faça um bolo grande ou vários pequenos, e depois me conte se dá para engolir o gosto de gordura barata do bolinho da padoca...

terça-feira, 11 de junho de 2013

quiche de abóbora, alho poró e provolone + salada verde com pinhões + bolo de gengibre fresco #QuintaSemLei


A quiche ficou com uma textura diferente, por conta da grande quantidade de abóbora, mas que fez um sucesso enorme. Preparei a massa e a cobertura com antecedência e deixei-as na geladeira; me programei para montar a quiche apenas à noite, e deixá-la assando enquanto colocava a mesa, abria os vinhos, preparava a salada e desenformava o bolo. E que bolo... Como ele é muito perfumado, com um potente sabor de gengibre, uma fatia por pessoa é a porção ideal, principalmente ao lado de uma fruta fresca. Depois do jantar, cortei-o em quatro partes; três foram embrulhadas em alumínio, separadamente, e congeladas, dentro de um saco com fecho tipo zip. A outra ficou sobre a bancada, e eu já sei exatamente o que farei, nesse tempinho frio, com um bolo tão perfumado e muitas frutas sobre a bancada...

domingo, 2 de junho de 2013

biscoitos caninos #BomPraCachorro


Li, certa vez, sobre a importância da mastigação na vida dos idosos, e como era prejudicial , inclusive para a mente, oferecer-lhes apenas comidas pastosas. Não sei quando, nem onde, mas isso ficou na minha cabeça, e sempre me policio para oferecer à Cherry coisas que ela possa mastigar; evito transformar tudo em purê, e lhe dou biscoitos todos os dias, para garantir que a dentadura trabalhe bastante... 

Há anos asso biscoitos para a minha velhinha, e sinto que de tanto em tanto tenho de readaptar a receita, seja para a minha realidade ou para a dela.  No início usava apenas água, que depois evoluiu para um caldo de cenouras, até que as cenouras cozidas, que ficavam na peneira, começaram a ir para a massa, e dai para as outras variações foi um pulo. Dependendo do que tenho em casa, substituo a banana por abóbora ou batata assadas, maçã ou cenoura raladas, e as opções não param por ai, porque também vario as farinhas; a de milho, por exemplo, deixa o biscoito com cheiro de salgadinho e sabor de nacho; ela adora!

Houve um tempo em que costumava me divertir variando cores e formato dos biscoitos; acho que  eu tinha mais paciência, ela tinha mais dentes na boca; quem sabe. O fato é que hoje, o mais importante para mim, é que ela consiga comer sem se machucar, e para isso os biscoitos tem de ser finos e não podem assar além da conta, para não ficarem muito duros. 

Falando assim pode soar um pouco triste, mas isso nem passa pela sua cabeça; ela não tem tempo a perder com besteiras, há muitas frutas e biscoitos a comer...

misturo os ingredientes
sovo a massa, rapidamente
 unto a assadeira com azeite, abro a massa bem fininha e asso-a até que adquira cor e fique mais firme
tiro a assadeira do forno e corto a massa
 viro os quadradinhos e volto a asadeira ao forno, para que terminem de assar
deixo que esfriem completamente entes de guardá-los em potes de vidro

Pois é, mais uma leva de biscoito se foi, e para a sorte do cão temos bananas maduras e quatro tipos de farinha no armário.

Aqueço o forno à temperatura mínima, pego uma tigela grande, dois medidores, um garfo, dois ovos e duas bananas maduras. Descasco e amasso as bananas, quebro os ovos e misturo tudo; agora é só acrescentar farinha até conseguir uma massa que possa ser manipulada. Adiciono 1 xícara de farinha de trigo integral e outra de farinha de aveia; misturo bem e pego o medidor de 1/4 de xícara, completo  metade com farinha de centeio, metade com farinha se arroz, e adiciono ambas à massa. Mexo bem, mas ainda precisa de mais farinha; coloco a olho mais um tanto de farinha de arroz, para que a massa continue úmida, mas não tão grudenta. Putz, esqueci do azeite... Paciência, o cão vai sobreviver!
Deixo a massa um pouco de lado, guardo as farinhas e pego uma assadeira grande. Sovo a massa rapidamente, só para que ela fique mais uniforme, então divido-a em duas partes; uma para biscoitos que serão dados à Cherry diretamente, logo tem de ser extremamente finos, e outra parte para biscoitos que serão quebrados sobre uma fruta, o famoso crumble canino, ou mesmo sobre a ração, em um dia que ela não esteja com muita vontade de comê-la, apenas para lhe dar um incentivo.

A melhor técnica para que eles fiquem finos e delicados é a dos biscotti; isso mesmo, "bis"-"cotti", assar os biscoitos duas vezes. Na primeira vez que vão ao forno tem um formato, mas depois que endurecem um pouco, tiro-os de lá e corto-os da forma que quiser. Podem ser feitos com os cilindros de massa, ou mesmo com ela aberta sobre a assadeira e só depois cortada em quadradinhos. Como os quadradinhos são muito delicados, unto o fundo da assadeira com um pouco de azeite, para não ter problemas ao tirá-los de lá; no caso do cilindro isso não é necessário.

Por fim, uso o forno sempre à temperatura mínima, e não espero que os biscoitos fininhos fiquem dourados para tirá-los do forno; eles sempre endurecem mais depois que esfriam!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

domingo, 28 de abril de 2013

Bolo dos sete copos #Organização

 

Acendo o forno a temperatura mínima; o bom do meu bravo forno cansado é que os bolos sempre ficam maravilhosos...

Olho para a sala: tenho bananas não muito maduras e não estou a fim de descascar maçã. Separo as três bananas mais maduras e deixo-as de lado. Abro a geladeira, tiro três ovos e um vidro de leite de coco. Abro a despensa e pego três grandes tapowares. De fato, separar os saquinhos que se espalhavam pelo armário nessas tapowares que fecham bem colocou fim naquela sujeirada nas prateleiras e na desorganização. Um para farinhas, outro para açúcares e outro para chocolate e cacau. Abro outro armário para escolher algumas especiarias; esse costumava ser outro ponto de sujeira, desorganização e momentos de stresse. Uma coisa simples como separar em um pequeno organizador os quatro temperos que mais uso:  canela para colocar sobre a banana, favas de caramono para o café, orégano para os sanduíches e um mix de sementes de cominho, coentro e feno grego já torradas, para quando estiver cozinhando e me deparar com o moedor vazio. Para as mil outras tranqueiras, que costumo guardar em pores de vidro, um organizador grande.