Mostrando postagens com marcador #QuintaSemLei. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #QuintaSemLei. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de julho de 2013

croquetes de cenoura, mandioquinha e damasco #QuintaSemLei


O engraçado é que no caso da Patricia os damascos eram o ingrediente omitido do Sr. Enjoadinho; no meu, foram as mandioquinhas, que o Ebraim não topa de forma alguma. E mesmo com uma rosti enorme na mesa ele devorou metade da travessa dos croquetes, então não teve muitos argumentos ao me ouvir listar os ingredientes a minha mãe, enquanto tirávamos a mesa...

terça-feira, 11 de junho de 2013

quiche de abóbora, alho poró e provolone + salada verde com pinhões + bolo de gengibre fresco #QuintaSemLei


A quiche ficou com uma textura diferente, por conta da grande quantidade de abóbora, mas que fez um sucesso enorme. Preparei a massa e a cobertura com antecedência e deixei-as na geladeira; me programei para montar a quiche apenas à noite, e deixá-la assando enquanto colocava a mesa, abria os vinhos, preparava a salada e desenformava o bolo. E que bolo... Como ele é muito perfumado, com um potente sabor de gengibre, uma fatia por pessoa é a porção ideal, principalmente ao lado de uma fruta fresca. Depois do jantar, cortei-o em quatro partes; três foram embrulhadas em alumínio, separadamente, e congeladas, dentro de um saco com fecho tipo zip. A outra ficou sobre a bancada, e eu já sei exatamente o que farei, nesse tempinho frio, com um bolo tão perfumado e muitas frutas sobre a bancada...

segunda-feira, 27 de maio de 2013

jantar atrapalhado para o dia das mães #QuintaSemLei

Pode ter começado atrapalhado, mas terminou com a coruja russa dançando kalinka...



Para aquele dia em que a coordenação motora e a cabeça não estão ajudando, nada como fazer uma massa fresca, principalmente quando faz muuuuito tempo que não se pratica essa arte. Segui a receita de sempre, que já descrevi no meu outro blog, seguindo a proporção de 100g de farinha para 1 ovo, e tudo parecia andar perfeitamente. Separei os ingredientes, misturei a massa até que estivesse com um bom corpo para ser sovada, limpei as mãos, enfarinhei a superfície, sovei até que ela ficasse com cara de bunda de bebê, como pede Marcella Hazan, e deixei que descansasse um pouco, enquanto limpava tudo e preparava o recheio. Com tudo pronto, dividi a massa, deixei parte guardada (para que não ressecasse) e trabalhei com a outra, mas ao me deparar com aquele lindo tapete sobre a pia, parecia uma barata tonta querendo montar um por vez, e não trabalhar em produção, cortando os moldes, guardando as rebarbas para que não ressecassem e colocando o recheio no centro de cada círculo, para só então trabalhar individualmente, molhando as bordas e fechando-as. Sorte que percebi que estava me enrolando muito, parei, pensei, me lembrei das figuras do livro e de quanto eu já não fiz isso na vida, inclusive brincando com cores e temperos, e recobrei a sanidade.

Depois de repetir o processo até conseguir a quantidade de tortellinni que queria, enfarinhei as aparas e guardei-as na geladeira, para acrescentá-las à uma sopa, no dia seguinte; as massas abertas e cortadas em círculos foram embaladas e congeladas, para futuros testes...
Para o jantar, preparei um caldo de legumes caprichado, com cenoura, salsão, cebola, alho e ervas frescas, e servi os tortellinni in brodo acompanhados de pão, queijos, sardella e salada de rúcula, do jeitinho que nós mais gostamos de comemorar. Vinho, bolo e até dança de coruja russa para finalizar a comemoração... 




Para variar, segui a minha receita padrão do bolo dos 7 copos, com maçã, amêndoas e um toque de farinha de centeio, nessas proporções: usando 2 1/2 copos de farinha de trigo integral, 1/2 copo de farinha de centeio, 1 copo de açúcar mascavo, 1copo de açúcar demerara, 1 copo de óleo, 1 copo de leite de coco+suco de uma laranja, 2 ovos, 2 1/2 maçãs grandes, em cubos, um punhado de amêndoas quebradas grosseiramente com um socador, raspas da laranja, canela e uma colher de sopa de fermento.  Reguei o bolo com rum. Ele ficou extremamente saboroso, pouco doce e absolutamente perigoso, até para os integrantes que não são muito de sobremesa...

domingo, 26 de maio de 2013

liquidificador sujo, pesto pela metade e bolo com óleo de coco, para a #QuintaSemLei


Hoje é Quinta Sem Lei. Chego à casa da minha mãe com um panelão de sopa pedaçuda prontinha, tenho apenas que batê-la no liquidificador, arrumar a mesa e montar a salada. Trouxe na sacola um maço de manjericão, despretensiosamente, e ao me deparar com um pote cheio de nozes, não tive a menor dúvida: bati as folhas com azeite, nozes, alho e mais azeite. Como inventei um probleminha com a lactose, decido deixar o queijo de lado; na mesa cada um poderá adicionar o quanto quiser.



Passo esse pesto* para um pote e guardo-o na geladeira. Pego o liquidificador para lavá-lo e poder bater a sopa, e então me dou conta da  enorme burrice que estava fazendo; devolvi-o imediatamente sobre a pia e comecei a colocar a sopa no seu interior, repleto de resquícios do perfumado molho verde. Bato a sopa em duas etapas, adicionando um pouco mais de água quando era necessário. Provo e corrijo o sal. A sopa batida volta para a panela, para encorpar e finalizar.

* que me perdoem os mais puristas; sei como é duro ler isso, também já fui assim, e às vezes ainda o sou, mas não neste momento!



Para a salada, folhas frescas de um lindo maço de espinafre e tomatinhos; separo ervas frescas, azeite, sal e pimenta, queijos e um filão da 14 de Julho, que neste dia estava excepcional. Abro o vinho, levo tudo à mesa, que já estava posta e volto para ver a sopa, que já estava ótima!


Fiz o bolo pela receita padrão dos 7 copos, usando 3 copos de farinha de trigo integral, 2 copos de açúcar demerara, 1 copo de óleo, 1 copo de leite de coco+suco de uma laranja, 2 ovos, uma colher de sopa de óleo de coco, duas bananas amassadas, um punhado de castanhas do Pará cortadas com uma tesoura, raspas da laranja, canela e uma colher de sopa de fermento.  Aproveitei para untar as forminhas com o óleo de coco, e a dose dupla valeu à pena porque o bolo ficou com um sabor de coco muito delicado, mas presente. Ah, dessa vez reguei o bolo com bourbon.


Quando cheguei em casa, dividi o pesto em três potes: um para ficar na geladeira e os outros dois para serem congelados, para futuras quiches, sopas ou o que mais a loucura mandar...

sábado, 25 de maio de 2013

milagres de uma #QuintaSemLei com ares natalinos


Geralmente eu digo que não tenho nada pronto; hoje eu realmente não tenho nada! E é Quinta Sem Lei...

Chego na casa da minha mãe, abro a geladeira e encontro tomates, cebola, alho poró,  batatas, mandioquinhas e batatas doce; abro o freezer e me deparo com uma bolota, o segundo tender que assei para o Natal e não foi comido... Perfeito! Abro o armário e agarro um vidro de palmitos, para fazer o recheio da torta da minha mãe, mais uma lata de figos - hoje a velha está com sorte; ela adora isso!

Aqueço o forno e logo coloco o tender lá dentro, ainda embrulhado no alumínio, para que comece a descongelar. Coloco bastante água salgada para ferver e então cozinho todas as batatas; a mandioquinha é a última que entra na panela, apenas depois que as outras já se mostram um pouco macias, porque ela cozinha mais rápido do que as demais. Depois que todas estão cozidas, tiro as cascas com a ajuda de um garfo, aproveitando para fazer um desenho, como nestas batatas porco espinho: crocantes por fora, macias por dentro. Adiciono sal e azeite e levo-as ao forno, que a essa altura já está alto, para apressar o Sr. Tender.

Para fazer o recheio da torta de palmito, corto cebola e tomate; refogo a cebola, acrescento os tomates, mexo, acrescento o palmito, também cortado, mexo mais, adiciono uma mistura de leite com amido de milho, tempero com sal e não paro de mexer, até que alcance uma textura cremosa. Apesar de a receita da minha mãe não pedir alho poró, tive de inclui-lo porque ele já estava refogado, em uma outra panela, e não tinha para onde ir depois que desisti de servir tender com alho poró. O resultado ficou interessante, alguns adoraram, mas não colocaria alho poró no recheio de uma torta de palmito, porque seu sabor fica muito presente.

Cortei os tomates em rodelas e arrumei-os em uma travessa grande, junto com os figos, reservando um lugar no centro para o bolinha. Arrumei a mesa e esperei que as batatas terminassem de dourar. Espetei uma faca no tender e ele não só descongelou como está aquecido por dentro, então tido o alumínio e deixo que finalize, regado com uma mistura de vinho e glucose de milho, apenas para que não fique ressecado.




E, mais uma vez, deu tudo certo; principalmente porque os nossos herois apareceram com vinhos e cervejas; e eles nem combinaram...


 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

sopa da sopa: sopa maluca de ervilha e feijão para #QuintaSemLei



Hoje é quinta sem lei.
Abro a geladeira... Tenho uma sopa de ervilhas que fiz ontem e está deliciosa, mas não é suficiente para nós quatro. Tudo bem, posso usá-la como base para uma outra sopa e fazer um pão para acompanhá-la. Tenho rúcula lavada e posso levar uma tapenade preta. Menu resolvido.
Sigo o meu dia, e lá para as cinco horas começo a fazer o pão; faço duas receitas, como de costume,
assim um irá para a minha mãe e o outro será dividido em três partes e congelado. Por volta das oito pego meu pão, ainda quente, embalo-o em um pano de prato e coloco-o embaixo do braço. No outro braço, a sacola com rúcula, tapenade e um punhado de ervas frescas; em uma mão a chave, na outra a coleira do cão, e sigo para a casa da minha mãe.

domingo, 28 de abril de 2013

Quibe de abóbora para #QuintaSemLei


 
Hoje é quinta-feira, Quinta Sem Lei, dia de jantar na casa da minha mãe. Adoramos essa desculpa para enfiar o pé na jaca  durante a semana, colocar o papo em dia e descobrir vinhos que agradem a nossa matriarca, o que não é fácil...

Vejamos, tenho trigo para quibe, abóbora assada e cebola, o quibe de abóbora tem sido nosso prato predileto desde que comecei a prepará-lo, e é tão fácil que não dá para pensar em preguiça. Ainda me lembro da primeira vez que o preparei