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segunda-feira, 26 de maio de 2014

gnocchi de abóbora #passoapasso


Essas belezinhas ficam prontas em poucos minutos, se você tiver um pote de abóbora assada na geladeira - o que SEMPRE vale a pena! 

Ficam ótimos com molho de gorgonzola, e se gostar de carne de porco, molho de tomate com linguiça e um toque de erva doce é um casamento perfeito!

sábado, 20 de julho de 2013

terça-feira, 11 de junho de 2013

quiche de abóbora, alho poró e provolone + salada verde com pinhões + bolo de gengibre fresco #QuintaSemLei


A quiche ficou com uma textura diferente, por conta da grande quantidade de abóbora, mas que fez um sucesso enorme. Preparei a massa e a cobertura com antecedência e deixei-as na geladeira; me programei para montar a quiche apenas à noite, e deixá-la assando enquanto colocava a mesa, abria os vinhos, preparava a salada e desenformava o bolo. E que bolo... Como ele é muito perfumado, com um potente sabor de gengibre, uma fatia por pessoa é a porção ideal, principalmente ao lado de uma fruta fresca. Depois do jantar, cortei-o em quatro partes; três foram embrulhadas em alumínio, separadamente, e congeladas, dentro de um saco com fecho tipo zip. A outra ficou sobre a bancada, e eu já sei exatamente o que farei, nesse tempinho frio, com um bolo tão perfumado e muitas frutas sobre a bancada...

domingo, 2 de junho de 2013

talos com arroz, feijão com abóbora e uma experiência de pastel de gorgonzola feito com massa fresca


Congelei esse restinho de massa com o fim libidinoso de transformá-la em algo diferente. Como estava fazendo arroz com talos, achei que seria de bom tom pronunciar as palavras pastel de queijo ao anunciar o almoço. Abri a massa com um rolo, coloquei no centro um pedaço de gorgonzola, um pouquinho da abóbora (que estava dando sopa sobre o fogão), temperei com pimenta do reino e um toque de orégano seco, para dar um arzinho mais ordinário, e fechei-a umedecendo as pontas, juntando-as e apertando-as com a ponta dos dedos. Depois, foi só colocá-los sobre a chapa aquecida à média temperatura, com um fio de azeite, e cobri-la depois de virá-la de lado, para garantir que ficasse totalmente cozida. O sabor ficou excelente, a crocância ficou ideal e o recheio não poderia ter sido melhor. O único problema foi o tamanho; a massa era muito pequena para a quantidade de recheio que coloquei, o pastel não ficou completamente fechado e o queijo vazou, formando uma tentadora telha de gorgonzola. Repetirei a dose sem a menor dúvida, cortando a massa em um tamanho maior, e tentarei congelá-los prontos. A ver...

 
 
 

Os talos de espinafre que sobraram da Quinta Sem Lei e os de couve, das trouxinhas recheadas de abóbora, foram para a panela com um fio de azeite e dois dentes de alho, cortadinhos; depois de refogados, adicionei o arroz, uma pitada de sal, um pouquinho de água, mexi, fechei a tampa, desliguei o fogo e fui aquecer a abóbora. 

 

Temperei a abóbora assada com noz moscada ralada, sementes de coentro, cominho e feno grego, sal e um pouco de molho de pimenta, e coloquei-a para aquecer. seis colheres de feijão cozido, na outra panela; depois de quente, desligo o fogo, acrescento um naco de gorgonzola, um pouquinho de água e uma pitada de sal. 

 
 

Coloquei a mesa e separei quatro potinhos. Arroz com talos em dois, abóbora no fundo e feijão por cima nos outros. Finalizei todos com tomilho fresco e um fio de azeite. Coloquei os pasteizinhos em um prato e levei tudo para a mesa, com molho de pimenta para acompanhar.

domingo, 26 de maio de 2013

curry, cous cous e salada com quinoa #Congelados



Tiro da geladeira um pote de curry, que havia descido do congelador na noite anterior.

Fervo um pouco de água e derramo-a sobre um tanto de quinoa, que já estava dentro de uma panela; levo-a ao fogo sem tampar, deixo que a água evapore e que a quinoa comece a querer fritar. Desligo o fogo, adiciono um fiozinho de azeite, mexo e reservo.

Coloco um maço de rúcula em água com cândida, e vou fazer o cous cous. Meço os grãos em pouco menos de 1/4 de xícara, e coloco a mesma quantidade de água para ferver. Tempero o cous cous com sal e um fio de azeite, e depois que a água ferve, derramo-a sobre ele, mexo e tampo o recipiente rapidamente, com um prato. Espero, no mínimo, quinze minutos. 

Nesse meio tempo, termino de limpar a rúcula, corto dois tomates em cubos e monto a salada, finalizando-a com a quinoa e um molho a base de pasta de gergelim, limão, alho amassado, sal e água para dar o ponto. Separo pratos e talheres, e levo-os para a mesa. Coloco o curry para aquecer e moldo o cous cous, porque não quero apenas jogá-lo no prato; primeiro solto as bolinhas com um garfo, depois coloco metade da quantidade em um copinho untado levemente com água, apenas para que se solte mais facilmente, quando emborcado para baixo. Repito o processo no outro prato, completo-os com o curry, que já está quente, e levo tudo à mesa.


trouxinhas de couve com abóbora


Depois de sete etapas e algumas nozes queimadas, a conclusão: o processo foi mais longo do que eu esperava, mas o resultado foi surpreendente, porque a couve fica firme o suficiente para segurar o recheio, mas não se mostra excessivamente dura o ser cortada com a faca. Seu sabor fica neutro, e já começo a pensar em recheios diferentes, como abóbora, queijos e azeitonas; espinafre com queijo, ou mesmo a massa do bolinho de peixe, acrescentando alcaparras ao molho de tomate...

Mais ma ótima descoberta, sementes de girassol levemente douradas em uma frigideira se assemelham a pignoli!

1ª etapa: separar os ingredientes iniciais.  Abóbora assada, couve e batata doce roxa.


2ª etapa: cozinhar a batata doce em água salgada fervente, até que fique macia.


3ª etapa: fazer o recheio de abóbora. Dois ovos, um punhado de sementes de girassol torradas na frigideira, sal, azeite, pimenta do reino, molho de pimenta, bastante noz moscada, um pouquinho do mix de coentro, cominho e feno grego, tapenade preta, páprica doce e picante. Provo, corrijo o sal e acerto a textura com farinha de arroz, para que o recheio fique suficientemente firme para ser embrulhado, mas não muito duro.


Pretendia usar pecãs no recheio, mas me distrai atendendo o telefone e queimei as bandidas. Azar de um lado e sorte do outro; o punhado de sementes de girassol que dourei e coloquei na massa me lembraram pignoli, e ficaram perfeitos no recheio!


4ª etapa: preparar as folhas de couve. Aproveito a água salgada em que cozinhei as batatas e passo as folhas, dos dois lados, depois coloco-as em uma tigela com água fria, para parar o cozimento. Por fim, seco as folhas e removo a parte mais grossa do cabo, e reservo-as.


5ª etapa: preparar o molho. Refoguei cebola em um pouco de azeite, adicionei uma lata de tomates pelados; mantive o fogo algo, desmanchando-os com a ponta da colher de pau, tampei a panela, abaixei o fogo e deixei que cozinhasse, enquanto montava as trouxinhas.


6ª etapa: montagem das trouxinhas. Tentei moldá-las começando a dobradura pelas laterais, depois começando por baixo, e ambas funcionaram muito bem, nenhuma trouxinha se abriu.




Fui acomodando as trouxinhas em uma assadeira pequena, untada levemente com azeite.


Guardei os talos da couve na geladeira e congelei o resto do recheio, que poderá ser usado para uma quiche.


7ª etapa: assar. Coloquei as batatas que seriam comidas em um refratário, temperei o molho e derramei-o sobre as trouxinhas;  levei-os ao forno médio/alto por aproximadamente meia hora, até que as batatas estivessem coradas e as trouxinhas cozidas.


Coloquei a mesa, separei algumas folhas de rúcula lavadas, que estavam na geladeira, e um pouquinho de molho pesto.


No dia seguinte, aqueci em uma panelinha as três trouxinhas que restaram; cortei três batatas doce, que já estavam cozidas, e fritei-as na chapa de ferro, com um fio de azeite. Aproveitei o calor da chapa para tostar um pão, e passei-lhes um dente de alho cortado ao meio, que para não ser jogado fora foi parar na panela em que as folhas de um maço de espinafre estavam murchando. Um pouco de sopa, na própria panela em que foi aquecida, e assim almoçamos, dividindo, literalmente, o mesmo prato.