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sábado, 20 de julho de 2013

focaccia com salada quente de abobrinha #NaChapaDeFerro

focaccia com salada quente de abobrinha, berinjela, pimentão, queijo de cabra, tapenade

Abro a geladeira e tiro um pote de feijões, abóbora cozida para o cão, abobrinha, berinjela, pimentão verde, rúcula lavada e um tomate.

terça-feira, 11 de junho de 2013

salada de repolho e acelga com molho asiático + potinho de arroz com lulas e ervilha #Restodontè


Precisava usar um repolho roxo esquecido e uma acelga monstruosa. Decidi fazer uma salada crocante regada com um molho de ares asiáticos; antes de começar, liguei o forno e coloquei os dois potinhos remanescentes  de arroz com lulas e ervilha para aquecer, cobertos com um pedaço de papel alumínio, para que não ressecassem.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

rösti de batata para ele e de batata doce para mim; feitas à noite #ParaDiasCorridos



Rösti ou rosti; dourada e crocante por fora, macia e úmida por dentro.

Um prato lindo, prático e que agrada a todos; pode ser feito na hora ou com antecedência (e fica muito bem na geladeira de um dia para o outro); pode ser caprichado ou mais light; tamanho família ou individual, e leva como recheio o que se tem em mãos, desde que não seja nada muito úmido. O nome pomposo se traduz em um "bolo" de batatas cozidas, raladas e recheadas, que originalmente é frito em óleo, por imersão, mas ganha ares menos caóticos na minha versão feita na frigideira antiaderente, apenas com um fio de azeite. 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

salada morna de espinafre e batata doce #NaChapaDeFerro


Coloco a chapa de ferro para aquecer e abro a geladeira... Tenho batata doce roxa cozida, espinafre e tomate. Abro o congelador, pego dois hambúrgueres de peixe e um pedaço de pão de azeite.

A chapa já está quente. Derramo sobre ela um fiozinho de azeite, coloco os hambúrgueres, ligo o exaustor, abaixo o fogo para médio, e cubro a chapa com uma tigela alta de inox, para que os hambúrgueres descongelem e aqueçam, e não apenas tostem por fora. Descasco as batatas doce, corto-as ao meio e coloco-as na chapa ao lado dos hambúrgueres, com um fio de azeite.



Enquanto isso, separo as folhas de espinafre e coloco-as de molho, guardo os talos enrolados em um papel toalha, dentro de um saco com fecho tipo zip, e coloco-o na geladeira; aproveito para pegar um pote de tapenade verde, mostarda e os derradeiros picles.

Preparei o molho no próprio vidro da tapenade verde, que já estava no fim; apenas acrescentei mostarda, azeite, pimenta do reino e água até dar o ponto. Escorri as folhas, sequei-as com um pano e deixei-as em uma tigela funda. 

As batatas já estavam quentes e douradas; cortei-as em pedaços menores, ainda sobre a chapa, com a ajuda de uma espátula, e coloquei tudo sobre as folhas de espinafre. Derramei o molho por cima, mexi e deixei a tigela sobre o fogão (com o fogo desligado), apenas para que mantivesse um pouco o calor até ir para a mesa.

Virei os hambúrgueres de lado, cortei os pedaços de pão e coloquei-os para aquecerem. Arrumei a mesa, abri um vinho, cortei dois tomates, drenei os últimos picles em conserva e montei os pratos. Cada um cedeu uma parte de seu hambúrguer ao velho cão, que estava desesperado com o aroma que tomava a casa...

 

domingo, 2 de junho de 2013

berinjela com molho tahine e salada quente de arroz, quiabo e grão de bico #SeguindoMaisouMenosaReceita


Outro dia, na casa da minha mãe, vi um programa do Claude Troisgros em que ele tem de reproduzir tradicionais receitas familiares, o Que Marravilha - Revanche. Neste dia, com pratos dos judeus sefaradi, uma berinjela com tahine chamou a minha atenção; lembrava um babaganuj, mas a berinjela era apenas amassada, e recebia um molho por cima, feito a base de tahine, limão, água e sal, finalizada com páprica. Resolvi tentar.


Estoquei, com a ponta de uma faca, duas berinjelas e coloquei-as em uma grelha, sobre o fogo fraco, girando-as quando a parte virada para baixo ficava preta, seca e dura, até que toda ela estivesse assim, e fosse possível retirar a sua casca.

Preparei o molho de tahine, lavei um maço de rúcula e descongelei o pão. Fiz tudo a olho, mas as medidas estão aqui. 


Enquanto as berinjelas ainda estavam na grelha, refoguei em uma panela, com um pouco de azeite, cebola, alho, rabanete, quiabo, grão de bico e salsão; temperei com sal, sementes de coentro, cominho e feno grego, adicionei um pouquinho de água, tampei a panela e desliguei o fogo para que se mantivesse quente, enquanto aquecia o pão e finalizava as berinjelas.


Alguns dizem que uma boa dica é colocas as berinjelas em um saco plástico, pois isso faz com que a casca saia com mais facilidade. Como a minha estava saindo muito bem, pulei essa parte.


Coloquei a mesa, aqueci o pão e deixei-o embrulhado em um pano de prato. Amassei as berinjelas, coloquei o molho sobre elas e finalizei com páprica. Dispus a salada morna em dois potes e levei-os para a mesa, junto com rúcula, fatias de limão e um pouco mais de molho.

 
 

massa com abobrinha e tomates na chapa + salada de rúcula, figo e queijo de cabra


Coloco uma panela com água salgada para ferver, a chapa de ferro para aquecer e abro a geladeira... Tiro uma abobrinha, rúcula lavada, um pote de tapenade preta, dois tomates, dois figos, alho, queijo de cabra e um naco de gorgonzola. Corto a abobrinha em fatias e começo a chapeá-la; primeiro um lado, depois o outro, e depois corto tudo em cubos. Quando a água ferve, coloco o macarrão para cozinhar; 80g para cada um está de bom tamanho. Enquanto isso, coloco no fundo de uma tigela dois dentes de alho finamente cortados, uma colher de sopa de tapenade e um pouco de azeite. Coloco as abobrinhas que vão ficando prontas diretamente sobre essa mistura. Quando o macarrão está cozido, mas ainda al dente, reservo uma xícara da água do cozimento e escorro a massa, que também vai para a tigela com as abobrinhas e demais temperos; mexo tudo e já começo a sentir um aroma maravilhoso. Depois que toda a abobrinha já foi chapeada, corto os tomates ao meio, retiro-lhes o miolo e corto-os em fatias; coloco-as sobre a chapa com a pele virada para baixo e vou abrir o vinho e colocar a mesa. Arrumo as folhas de rúcula em duas tigelinhas, um pouco de sal e azeite, figos e o queijo de cabra cortados, um pouco de pimenta do reino, mais um fio de azeite e pronto, levo-as para a mesa. Volto para mexer nos tomates; viro-os e começo a cortá-los em cubos sobre a própria chapa, assim como fiz com as abobrinhas, com a ajuda da espátula. Coloco-os na tigela com os demais ingredientes e tempero tudo com pimenta do reino, sal, azeite e folhas de tomilho fresco. Um pouco da água do cozimento ajuda o tempero a se espalhar e deixa o prato mais suculento. Disponho a massa nos pratos; o naco de gorgonzola vai para o prato do Ebraim.


Como não poderia deixar de ser, depois de algumas garfadas a minha salada foi para o prato, sob o olhar horrorizado do meu querido aquariano...

terça-feira, 28 de maio de 2013

bolinho de peixe, feijão e salada #Congelados


Tirei do congelador um pacote de bolinhos de peixe (feitos com alho poró e um toque de gengibre), e fritei-os com um fio de azeite, na chapa de ferro quente. Enquanto isso, coloquei algumas folhas verdes de molho, ralei uma cenoura, cortei um tomate, separei limão, sal, azeite e um pote de tapenade verde. 

Coloquei a mesa, abri o vinho, virei os bolinhos de lado, montei a salada e  aqueci, em uma frigideira pequena, seis colheres de sopa de feijão com um tomate cortado em cubos, finalizando-os com sal, ervas frescas e azeite. Levei tudo para a mesa, sem me esquecer do molho de pimenta.



domingo, 26 de maio de 2013

Arroz + sopa = pretenso risotto, que além de delicioso, fica pronto em minutos!



Abro a geladeira... Tenho arroz cozido e um potinho com um resto de sopa, que não serve nem como porção para um. Não seria nada mal comer algo confortável e quente como um risotto, mas com minha nova birra com a lactose, tenho de evitar manteiga e queijo em excesso, então decido juntar ambos e fazer uma adaptação do tradicional ao possível.

Simples assim, acendi o fogo e coloquei na panela seis generosas  colheres de sopa de arroz perfumado (mas poderia ser qualquer outro que tivesse na geladeira), acrescentei um pote pequeno de sopa de ervilha, um tiquinho de água, mexi, adicionei um pouco de queijo de cabra, ervas frescas e sal; provei e desliguei o fogo. Servi meu pretenso risotto*, acompanhado de quiabo refogado e salada de rúcula, grão de bico, rabanete e tomate, temperada com zaatar, mix de sementes, sal e azeite.

* desculpe-me antepassados e demais puristas, mas isso é o que tem para hoje!


Para fechar o almoço, café, brownie, bolo e melão. 

Quatro bons motivos para se repetir a dose no dia seguinte: o pote de arroz perfumado continuava na geladeira e nunca falta sopa congelada nesta casa; foi muito rápido de ser preparado; quase não fez sujeira e ficou confortável, quente e delicioso! Para acompanhar, uma salada quente de grão de bico e tomate, apenas aquecidos na panela até que o tomate se desfizesse um pouco e formasse um molhinho. Temperei com um restinho de maionese com curry, sal, ervas frescas e um fio de azeite, para finalizar.