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segunda-feira, 10 de junho de 2013

rösti de batata para ele e de batata doce para mim; feitas à noite #ParaDiasCorridos



Rösti ou rosti; dourada e crocante por fora, macia e úmida por dentro.

Um prato lindo, prático e que agrada a todos; pode ser feito na hora ou com antecedência (e fica muito bem na geladeira de um dia para o outro); pode ser caprichado ou mais light; tamanho família ou individual, e leva como recheio o que se tem em mãos, desde que não seja nada muito úmido. O nome pomposo se traduz em um "bolo" de batatas cozidas, raladas e recheadas, que originalmente é frito em óleo, por imersão, mas ganha ares menos caóticos na minha versão feita na frigideira antiaderente, apenas com um fio de azeite. 

sábado, 25 de maio de 2013

bolinho de peixe, para se ter sempre à mão! #Congelados


Depois que preparei meu primeiro bolinho de bacalhau e vi o quanto foi fácil e como ficou absurdamente gostoso, percebi que estava perdendo uma grande oportunidade de comer peixe mais vezes, e não apenas no dia em que volto da feira. Comecei a preparar bolinhos de peixe com o peixe do dia, os temperos da geladeira, e a cada experiência temos tido uma grata surpresa; parece que não tem como errar com esse treco!

Peso a quantidade de peixe e coloco para cozinhar a mesma medida de batata. Esses são os ingredientes básicos, mais ovo para dar a liga; o resto é tempero, que dependendo do dia pode ser cebola ou alho poró, mais uma erva fresca, como coentro, salsinha, cebolinha ou tomilho, finalizado com pimenta, sal e azeite.

Na receita de bolinho de bacalhau não preciso pensar em passar o peixe no processador ou picá-lo, porque ele passa por um leve cozimento antes de ser desfiado e acrescentado à massa. Quando trabalho com um peixe cru, que tem uma textura muito mais firme do que o que passou por alguma cocção, tenho duas possibilidades. A primeira é passar a batata cozida e o peixe cru no processador; os bolinhos ficam uniformes, perfeitos para serem fritos ou assados. A outra possibilidade é fazê-los à mão; quando não tenho coragem de sujar o processador e tenho em mãos um peixe de carne macia, apenas corto-o em pedacinhos menores e misturo tudo. A textura do bolinho feito a mão fica um pouco mais delicada, porque a massa não fica tão uniforme, mas o sabor continua incrível, e ele pode ser moldado, assado, frito ou feito na chapa. O da foto, por exemplo, foi feito em um dia de preguiça máxima, e ficou perfeito! Existem as duas possibilidades; uso cada uma no momento que julgo cabível.

Existe, ainda, uma terceira possibilidade; preparar o bolinho da mesma forma do de bacalhau, deixando que o peixe cozinhe um pouco, em água fervente, antes de amassá-lo e misturá-lo à batata cozida. O bom desse procedimento é que a água fica com sabor de peixe; acrescente a ela legumes e ervas frescas, e logo terá um caldo de peixe! O lado ruim é que esses peixinhos "do dia", vendidos na feira em bandejinhas, não tem tanto sabor como o bacalhau, então perde um pouco mais depois de passar pela água. Mas também não é um método a ser descartado, porque você ganha um caldo de peixe; é uma terceira possibilidade!

Podem ser moldados em diversos formatos e tamanhos; normalmente faço bolinhos como os da foto ou hambúrgueres de tamanho padrão, preenchendo um aro para que fiquem do tamanho ideal. Para congelá-los, unto com azeite uma assadeira lisa, disponho os bolinhos sobre ela e levo-os ao congelador, até que endureçam. Corto vários pedaços de papel alumínio e divido os bolinhos em porções de dez ou doze unidades, ou de dois hambúrgueres. Embalo-os no papel alumínio, etiqueto-os e guardo-os dentro de um saco plástico com fecho tipo zip, para que não entre humidade. Duram até dois meses.

Para prepará-los, aqueço a chapa de ferro e tomo cuidado para que não queimem; também podem ser feitos no forno, mas não abro mão da minha chapa porque o sabor fica outro! Vai muito bem com salada de folhas, tomate, picles, molho de pimenta, limão, tapenade verde e uma boa cerveja.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

quibe de abóbora, feijão e salada #ParaDiasCorridos


Abro a geladeira... Feijão cozido, rúcula, tomate, cenoura e beterraba. Vontade zero de comer salada.
Abro o freezer... Tiro dois potinhos com quibe de abóbora; agora consigo imaginar uma refeição.

Deixo os potinhos sobre a pia e volto minutos depois; estão no ponto perfeito

sexta-feira, 22 de março de 2013

Baião de dois do oriente, com manga verde #ParaDiasCorridos


É incrível como eu gosto de uma receita bandida, daquelas feitas com o que se tem à mão, de forma prática e sem sujar muita louça. O resultado é sempre algo incrivelmente saboroso, perfumado e único, que dificilmente será reproduzido. Minhas sopas normalmente são assim; uma diferente da outra, uma melhor do que a outra.

Abro a geladeira... Tenho arroz e feijão já cozidos, abóbora assada e uma manga verde.