Aproveite o calor da chapa de ferro, onde fiz os hambúrgueres de peixe, para aquecer o pão e chapear uma cebola fatiada. Para finalizar, passei tapenade verde em uma parte do pão e maionese com limão na outra, e acrescentei tomate em fatias e rúcula. Para acompanhar, fizemos uma caipirinha de limão.
Mostrando postagens com marcador molho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador molho. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 22 de julho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
salada de repolho e acelga com molho asiático + potinho de arroz com lulas e ervilha #Restodontè
Precisava usar um repolho roxo esquecido e uma acelga monstruosa. Decidi fazer uma salada crocante regada com um molho de ares asiáticos; antes de começar, liguei o forno e coloquei os dois potinhos remanescentes de arroz com lulas e ervilha para aquecer, cobertos com um pedaço de papel alumínio, para que não ressecassem.
marcadores:
#Restodontè,
acelga,
alho,
cebola,
cebolinha,
erva doce,
gengibre,
grão de bico,
grãos cozidos,
limão,
lula,
molho,
repolho,
salada,
salsão,
shoyu
segunda-feira, 3 de junho de 2013
salada morna de espinafre e batata doce #NaChapaDeFerro
Coloco a chapa de ferro para aquecer e abro a geladeira... Tenho batata doce roxa cozida, espinafre e tomate. Abro o congelador, pego dois hambúrgueres de peixe e um pedaço de pão de azeite.
A chapa já está quente. Derramo sobre ela um fiozinho de azeite, coloco os hambúrgueres, ligo o exaustor, abaixo o fogo para médio, e cubro a chapa com uma tigela alta de inox, para que os hambúrgueres descongelem e aqueçam, e não apenas tostem por fora. Descasco as batatas doce, corto-as ao meio e coloco-as na chapa ao lado dos hambúrgueres, com um fio de azeite.
Enquanto isso, separo as folhas de espinafre e coloco-as de molho, guardo os talos enrolados em um papel toalha, dentro de um saco com fecho tipo zip, e coloco-o na geladeira; aproveito para pegar um pote de tapenade verde, mostarda e os derradeiros picles.
Preparei o molho no próprio vidro da tapenade verde, que já estava no fim; apenas acrescentei mostarda, azeite, pimenta do reino e água até dar o ponto. Escorri as folhas, sequei-as com um pano e deixei-as em uma tigela funda.
As batatas já estavam quentes e douradas; cortei-as em pedaços menores, ainda sobre a chapa, com a ajuda de uma espátula, e coloquei tudo sobre as folhas de espinafre. Derramei o molho por cima, mexi e deixei a tigela sobre o fogão (com o fogo desligado), apenas para que mantivesse um pouco o calor até ir para a mesa.
Virei os hambúrgueres de lado, cortei os pedaços de pão e coloquei-os para aquecerem. Arrumei a mesa, abri um vinho, cortei dois tomates, drenei os últimos picles em conserva e montei os pratos. Cada um cedeu uma parte de seu hambúrguer ao velho cão, que estava desesperado com o aroma que tomava a casa...
domingo, 26 de maio de 2013
liquidificador sujo, pesto pela metade e bolo com óleo de coco, para a #QuintaSemLei
Hoje é Quinta Sem Lei. Chego à casa da minha mãe com um panelão de sopa pedaçuda prontinha, tenho apenas que batê-la no liquidificador, arrumar a mesa e montar a salada. Trouxe na sacola um maço de manjericão, despretensiosamente, e ao me deparar com um pote cheio de nozes, não tive a menor dúvida: bati as folhas com azeite, nozes, alho e mais azeite. Como inventei um probleminha com a lactose, decido deixar o queijo de lado; na mesa cada um poderá adicionar o quanto quiser.
Passo esse pesto* para um pote e guardo-o na geladeira. Pego o liquidificador para lavá-lo e poder bater a sopa, e então me dou conta da enorme burrice que estava fazendo; devolvi-o imediatamente sobre a pia e comecei a colocar a sopa no seu interior, repleto de resquícios do perfumado molho verde. Bato a sopa em duas etapas, adicionando um pouco mais de água quando era necessário. Provo e corrijo o sal. A sopa batida volta para a panela, para encorpar e finalizar.
* que me perdoem os mais puristas; sei como é duro ler isso, também já fui assim, e às vezes ainda o sou, mas não neste momento!
Para a salada, folhas frescas de um lindo maço de espinafre e tomatinhos; separo ervas frescas, azeite, sal e pimenta, queijos e um filão da 14 de Julho, que neste dia estava excepcional. Abro o vinho, levo tudo à mesa, que já estava posta e volto para ver a sopa, que já estava ótima!
Fiz o bolo pela receita padrão dos 7 copos, usando 3 copos de farinha de trigo integral, 2 copos de açúcar demerara, 1 copo de óleo, 1 copo de leite de coco+suco de uma laranja, 2 ovos, uma colher de sopa de óleo de coco, duas bananas amassadas, um punhado de castanhas do Pará cortadas com uma tesoura, raspas da laranja, canela e uma colher de sopa de fermento. Aproveitei para untar as forminhas com o óleo de coco, e a dose dupla valeu à pena porque o bolo ficou com um sabor de coco muito delicado, mas presente. Ah, dessa vez reguei o bolo com bourbon.
Quando cheguei em casa, dividi o pesto em três potes: um para ficar na geladeira e os outros dois para serem congelados, para futuras quiches, sopas ou o que mais a loucura mandar...
sábado, 18 de maio de 2013
kebab de bolinho de peixe
Almoço de sábado. Não quero nada muito elaborado, nada que suje muita louça suja.
Abro a geladeira, e sem pensar muito tiro dois tomates, um maço de rúcula, beterraba e couve flor assadas, homus e um potinho com molho à base de tahine, com limão, azeite, água alho e sal.
Ligo o fogo no máximo para aquecer a chapa de ferro, tiro do freezer um pacote com pães libaneses e outro com bolinhos de peixe, e coloco a rúcula de molho com um pouco de cândida.
A chapa já está quente; espalho um fiozinho de azeite e coloco os bolinhos sobre ela. Ligo a coifa, abaixo o fogo para médio e pego uma chapa dissipadora de caor para quebrar um pouco a temperatura do homus; não quero que ele aqueça, mas também não quero comê-lo tão gelado.
Coloco os pratos na mesa e aproveito para cortar os tomates e a beterraba ali mesmo, em fatias. Pego uma frigideira pequena para aquecer a couve-flor, e aproveito para moer um pouco mais de tempero sobre ela. Pego uma espátula e verifico os bolinhos, que já podem ser virados.
O homus já está bom, então levo-o para a mesa e aproveito o calor da chapa para aquecer os pães. A couve-flor está ótima, vai direto para o prato. Escorro a água em que a rúcula está de molho, enxaguo-a novamente e levo-a para a mesa, no escorredor de macarrão.
Os bolinhos já estão prontos; desligo o fogo e passo a chapa para o lado, para que eles não queimem nem esfriem. O pão está demorando para aquecer de forma passiva, sobre a chapa, então apelo para o meu método tradicional, direto sobre a chama, virando-o de um lado para o outro, com cuidado para que não queime. Mantenho-os embrulhados em um pano de prato, para que não esfriem.
Sacudo bem o vidro com o molho e derramo-o em uma molheira pequenina que furtei da casa da minha mãe há alguns anos; levo os bolinhos direto da chapa para o prato, com a ajuda da espátula.
Cerveja à temperatura ambiente, porque não tem nenhuma na geladeira, e a brincadeira de montar um kebab com os bolinhos foi melhor do que esperávamos...
domingo, 28 de abril de 2013
grão de bico e abóbora assada com cebolas #SeguindoMaisouMenosaReceita
Segunda-feira: deixo o grão de bico de molho.
Terça-feira: coloco o grão de bico em uma panela e completo-a com água, quase até a boca. Acendo o fogo à temperatura máxima, com a tampa fechada.
Abro a geladeira... Tenho uma fatia enorme de abóbora seca gritando e uma abóbora cabochan. Tiro
Terça-feira: coloco o grão de bico em uma panela e completo-a com água, quase até a boca. Acendo o fogo à temperatura máxima, com a tampa fechada.
Abro a geladeira... Tenho uma fatia enorme de abóbora seca gritando e uma abóbora cabochan. Tiro
Assinar:
Postagens (Atom)