Aproveite o calor da chapa de ferro, onde fiz os hambúrgueres de peixe, para aquecer o pão e chapear uma cebola fatiada. Para finalizar, passei tapenade verde em uma parte do pão e maionese com limão na outra, e acrescentei tomate em fatias e rúcula. Para acompanhar, fizemos uma caipirinha de limão.
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segunda-feira, 22 de julho de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
massa com sopa de bacalhau #Congelados
É muita bandidagem colocar sopa na cobertura da quiche e no molho da massa; quando tenho uma sopa muito gostosa, não hesito em adicioná-la durante a preparação de outros pratos, e nunca me dei mal com isso.
Neste dia, tirei do congelador uma caneca de sopa de bacalhau e coloquei-a sobre uma chapa dissipadora, para que fosse descongelando enquanto preparava o resto (quem tem microondas pode pular essa parte). Em uma panela grande, fervi bastante água salgada e cozinhei 160g de massa; quando ficou al dente, reservei uma xícara dessa água do cozimento, para finalizar o molho, e escorri a massa. Na mesma panela, refoguei uma cebola em cubinhos, adicionei um tomate também em cubos, azeitonas pretas e uma pimenta fresca; deixei que o tomate se desfizesse um pouco, adicionei a caneca de sopa, mexi, tampei e deixei que o molho aquecesse e apurasse, por alguns minutos. Depois, foi só devolver o macarrão para a panela, mexer bem, adicionar um pouco da água reservada (para garantir que toda a massa ficasse coberta por molho), verificar o sal e finalizar com ervas frescas e um fiozinho de azeite.
bolinho de peixe, feijão e salada #Congelados
Tirei do congelador um pacote de bolinhos de peixe (feitos com alho poró e um toque de gengibre), e fritei-os com um fio de azeite, na chapa de ferro quente. Enquanto isso, coloquei algumas folhas verdes de molho, ralei uma cenoura, cortei um tomate, separei limão, sal, azeite e um pote de tapenade verde.
Coloquei a mesa, abri o vinho, virei os bolinhos de lado, montei a salada e aqueci, em uma frigideira pequena, seis colheres de sopa de feijão com um tomate cortado em cubos, finalizando-os com sal, ervas frescas e azeite. Levei tudo para a mesa, sem me esquecer do molho de pimenta.
sábado, 25 de maio de 2013
bolinho de peixe, para se ter sempre à mão! #Congelados
Depois que preparei meu primeiro bolinho de bacalhau e vi o quanto foi fácil e como ficou absurdamente gostoso, percebi que estava perdendo uma grande oportunidade de comer peixe mais vezes, e não apenas no dia em que volto da feira. Comecei a preparar bolinhos de peixe com o peixe do dia, os temperos da geladeira, e a cada experiência temos tido uma grata surpresa; parece que não tem como errar com esse treco!
Peso a quantidade de peixe e coloco para cozinhar a mesma medida de batata. Esses são os ingredientes básicos, mais ovo para dar a liga; o resto é tempero, que dependendo do dia pode ser cebola ou alho poró, mais uma erva fresca, como coentro, salsinha, cebolinha ou tomilho, finalizado com pimenta, sal e azeite.
Peso a quantidade de peixe e coloco para cozinhar a mesma medida de batata. Esses são os ingredientes básicos, mais ovo para dar a liga; o resto é tempero, que dependendo do dia pode ser cebola ou alho poró, mais uma erva fresca, como coentro, salsinha, cebolinha ou tomilho, finalizado com pimenta, sal e azeite.
Na receita de bolinho de bacalhau não preciso pensar em passar o peixe no processador ou picá-lo, porque ele passa por um leve cozimento antes de ser desfiado e acrescentado à massa. Quando trabalho com um peixe cru, que tem uma textura muito mais firme do que o que passou por alguma cocção, tenho duas possibilidades. A primeira é passar a batata cozida e o peixe cru no processador; os bolinhos ficam uniformes, perfeitos para serem fritos ou assados. A outra possibilidade é fazê-los à mão; quando não tenho coragem de sujar o processador e tenho em mãos um peixe de carne macia, apenas corto-o em pedacinhos menores e misturo tudo. A textura do bolinho feito a mão fica um pouco mais delicada, porque a massa não fica tão uniforme, mas o sabor continua incrível, e ele pode ser moldado, assado, frito ou feito na chapa. O da foto, por exemplo, foi feito em um dia de preguiça máxima, e ficou perfeito! Existem as duas possibilidades; uso cada uma no momento que julgo cabível.
Existe, ainda, uma terceira possibilidade; preparar o bolinho da mesma forma do de bacalhau, deixando que o peixe cozinhe um pouco, em água fervente, antes de amassá-lo e misturá-lo à batata cozida. O bom desse procedimento é que a água fica com sabor de peixe; acrescente a ela legumes e ervas frescas, e logo terá um caldo de peixe! O lado ruim é que esses peixinhos "do dia", vendidos na feira em bandejinhas, não tem tanto sabor como o bacalhau, então perde um pouco mais depois de passar pela água. Mas também não é um método a ser descartado, porque você ganha um caldo de peixe; é uma terceira possibilidade!
Podem ser moldados em diversos formatos e tamanhos; normalmente faço bolinhos como os da foto ou hambúrgueres de tamanho padrão, preenchendo um aro para que fiquem do tamanho ideal. Para congelá-los, unto com azeite uma assadeira lisa, disponho os bolinhos sobre ela e levo-os ao congelador, até que endureçam. Corto vários pedaços de papel alumínio e divido os bolinhos em porções de dez ou doze unidades, ou de dois hambúrgueres. Embalo-os no papel alumínio, etiqueto-os e guardo-os dentro de um saco plástico com fecho tipo zip, para que não entre humidade. Duram até dois meses.
Para prepará-los, aqueço a chapa de ferro e tomo cuidado para que não queimem; também podem ser feitos no forno, mas não abro mão da minha chapa porque o sabor fica outro! Vai muito bem com salada de folhas, tomate, picles, molho de pimenta, limão, tapenade verde e uma boa cerveja.
sábado, 18 de maio de 2013
kebab de bolinho de peixe
Almoço de sábado. Não quero nada muito elaborado, nada que suje muita louça suja.
Abro a geladeira, e sem pensar muito tiro dois tomates, um maço de rúcula, beterraba e couve flor assadas, homus e um potinho com molho à base de tahine, com limão, azeite, água alho e sal.
Ligo o fogo no máximo para aquecer a chapa de ferro, tiro do freezer um pacote com pães libaneses e outro com bolinhos de peixe, e coloco a rúcula de molho com um pouco de cândida.
A chapa já está quente; espalho um fiozinho de azeite e coloco os bolinhos sobre ela. Ligo a coifa, abaixo o fogo para médio e pego uma chapa dissipadora de caor para quebrar um pouco a temperatura do homus; não quero que ele aqueça, mas também não quero comê-lo tão gelado.
Coloco os pratos na mesa e aproveito para cortar os tomates e a beterraba ali mesmo, em fatias. Pego uma frigideira pequena para aquecer a couve-flor, e aproveito para moer um pouco mais de tempero sobre ela. Pego uma espátula e verifico os bolinhos, que já podem ser virados.
O homus já está bom, então levo-o para a mesa e aproveito o calor da chapa para aquecer os pães. A couve-flor está ótima, vai direto para o prato. Escorro a água em que a rúcula está de molho, enxaguo-a novamente e levo-a para a mesa, no escorredor de macarrão.
Os bolinhos já estão prontos; desligo o fogo e passo a chapa para o lado, para que eles não queimem nem esfriem. O pão está demorando para aquecer de forma passiva, sobre a chapa, então apelo para o meu método tradicional, direto sobre a chama, virando-o de um lado para o outro, com cuidado para que não queime. Mantenho-os embrulhados em um pano de prato, para que não esfriem.
Sacudo bem o vidro com o molho e derramo-o em uma molheira pequenina que furtei da casa da minha mãe há alguns anos; levo os bolinhos direto da chapa para o prato, com a ajuda da espátula.
Cerveja à temperatura ambiente, porque não tem nenhuma na geladeira, e a brincadeira de montar um kebab com os bolinhos foi melhor do que esperávamos...
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